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O tempo é uma moeda que não podemos guardar, nem multiplicar. Cada instante que passa escapa pelos nossos dedos, silencioso e irreversível. O passado, com suas escolhas, erros e alegrias, já se acomodou na memória, como páginas de um livro que não podem ser reescritas.
É comum desejarmos voltar, consertar, refazer… mas a vida não nos oferece esse luxo. O que temos é o agora, este pequeno espaço entre o ontem e o amanhã, que insiste em nos desafiar a viver com atenção e coragem. Cada momento presente é um convite: a sorrir, a abraçar, a aprender, a amar.
E talvez seja justamente essa impossibilidade de comprar ou recuperar o tempo que dá a ele valor. Cada respiração, cada gesto, cada palavra ganha significado porque não voltará. A reflexão que nos cabe é simples, mas profunda: cuidar do agora, honrar o presente, e transformar o tempo que temos em lembranças que valham a pena.
Porque, no fim, não seremos medidos pelo tempo que passou, mas pelo que fizemos com ele.