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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

đŸš«NinguĂ©m Ă© tĂŁo ocupado!

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Ninguém é tão ocupado.

A verdade Ă© mais simples — e mais dura: Ă s vezes, vocĂȘ sĂł nĂŁo Ă© prioridade.

 

A gente gosta de acreditar que o silĂȘncio vem da correria, que a ausĂȘncia tem justificativa nobre, que o tempo anda cruel demais para quem prometeu ficar. Mas o tempo sempre aparece para aquilo que importa. Nem que seja em cinco minutos roubados, numa mensagem curta, num “lembrei de vocĂȘ”.

 

Quem quer, arruma espaço.

Quem se importa, encontra brecha.

Quem sente, dĂĄ um jeito.

 

O problema nĂŁo Ă© a agenda cheia. É o coração cheio de outras urgĂȘncias. Outras vontades. Outras escolhas.

 

E dĂłi perceber isso. DĂłi porque a gente tenta se encaixar, espera, inventa desculpas para o outro e esquece de ouvir o que o silĂȘncio estĂĄ dizendo. SilĂȘncio tambĂ©m responde. AusĂȘncia tambĂ©m fala. E, quase sempre, fala a verdade que a gente evita encarar.

 

Entender que vocĂȘ nĂŁo Ă© importante o suficiente nĂŁo diminui quem vocĂȘ Ă©. SĂł revela onde vocĂȘ nĂŁo deve permanecer. Amor que precisa implorar por atenção jĂĄ começou errado. Afeto que vive de adiamentos nĂŁo Ă© abrigo, Ă© espera vazia.

 

VocĂȘ merece presença, nĂŁo justificativa.

Merece tempo, nĂŁo sobra.

Merece escolha, não opção secundåria.

 

E quando isso fica claro, algo muda dentro da gente: nĂŁo Ă© sobre ser mais interessante, insistente ou compreensivo. É sobre ir onde vocĂȘ Ă© bem-vindo sem precisar pedir licença.

 

Quem te quer, te coloca na agenda da vida.

O resto… Ă© sĂł desculpa bem ensaiada.


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