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Há pessoas que não tentam te consertar, nem diminuir o que você sente.
Elas não perguntam “por que você é assim?” — elas perguntam “como posso ajudar?”.
Quem respeita a sua ansiedade entende que silêncio também é resposta, que dias nublados não são falta de fé, e que coragem, às vezes, é apenas levantar da cama.
Quem compreende a sua loucura não tenta podar seus excessos, porque sabe que é deles que nascem os sonhos, as ideias improváveis, os risos fora de hora e a intensidade que te torna único.
E quem comemora suas alegrias como se fossem próprias não sente inveja da sua luz, não disputa palco com a sua felicidade, apenas bate palmas porque ver você bem já é motivo suficiente para sorrir.
Essas pessoas não aparecem todos os dias.
São raras, quase sagradas.
Por isso, quando encontrar alguém assim, não trate como coincidência.
Traga para perto.
Traga para o lado.
Traga para dentro da sua vida.
Porque vínculos verdadeiros não exigem máscaras, não pedem explicações constantes e não fazem você se encolher para caber.
Eles fazem você respirar.
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