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Tudo que fazemos ou deixamos de fazer carrega um peso silencioso. Cada palavra não dita, cada gesto que deixamos de realizar, cada escolha que adiamos ou evitamos, molda os caminhos que percorremos.
Há uma beleza e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade nisso. Pois até o silêncio tem efeito, e até a hesitação deixa rastros. Nada acontece no vazio: até o que parece insignificante reverbera em alguém, em nós, no tempo.
Agir é assumir, é se abrir à possibilidade e ao risco. Não agir é também escolher — e essa escolha é igualmente decisiva. Tentar, mesmo sem garantia, é um ato de coragem; não tentar, às vezes, é um aprendizado doloroso.
No fim, cada atitude é uma semente. Algumas florescem, outras caem pelo caminho. Mas todas deixam marcas, aprendizados, transformações. Tudo tem consequência. Tudo. E entender isso é, talvez, o primeiro passo para viver com atenção, amor e verdade.
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