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A vida é um turbilhão de coisas.
É um emaranhado de perguntas e respostas, de todo tipo de gente e de sentimentos contraditórios. É complexa porque, tantas vezes, é independente — e, em tantas outras, totalmente dependente. É indissolúvel em sua gênese e nos seus múltiplos aspectos.
Reside em pensamentos dispersos e em corações cheios de incertezas, ao mesmo tempo em que habita aqueles que são convictos, cheios de fé e certeza. A vida é, por vezes, complicada, exagerada; noutras, é pura simplicidade.
Em certos momentos, não enxerga amores nem sentimentos — perde a razão e a compostura por enganos, por dissabores aleatórios e nada saudáveis. Mas, em outros, acerta o ponto, reconhece o que importa e se permite viver e consolidar momentos de êxtase e alegria.
A vida é caminho de ida e volta. De opostos. De vitórias e derrotas. De ausências e presenças. É cheia de problemas e também de soluções. É espaço para muitos sorrisos, mas também para lágrimas que doem fundo na alma.
É luz.
É escuridão.
É sorte.
É azar.
É amor.
É ódio.
É inimiga da morte, mas vive ao lado dela. E sabe — mais cedo ou mais tarde — que esse encontro inevitável vai acontecer.
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