Não!
Definitivamente não!
Deus não nos moldou para a solidão,
Não somos ilhas
perdidas no vasto oceano da existência.
Em Seus planos —
tão cheios de graça —
nos criou para o afeto,
para o encontro,
para o entrelaçar de vidas.
Fomos feitos para ser:
Amáveis,
Sociáveis,
Companheiros,
Amigos,
Irmãos,
Família.
Esse sempre foi o plano original.
Mas o coração humano,
ferido e caído,
insiste em soprar mentiras:
“É melhor ir só”,
“É mais rápido sozinho”,
“Cresce quem não depende”,
“Brilha quem caminha só.”
Que engano cruel!
O que não dizem —
os que vivem em solitárias fortalezas —
é que a solidão endurece,
seca o riso,
torna amarga a alma.
Sozinhos,
nos tornamos egoístas,
rígidos,
ranzinzas,
e, cedo ou tarde,
nos perdemos em nós mesmos.
Mas em família, em comunhão,
há vida que floresce.
Há mãos que seguram,
ombros que acolhem,
olhos que compreendem.
Juntos,
vamos mais longe.
Partilhamos histórias,
dividimos dores,
multiplicamos risos,
colhemos afeto.
Na companhia,
os laços se tecem,
os corações se aquecem,
e a caminhada tem sentido.
Viva a companhia!
Viva o abraço!
Viva a família!
Viva o dom de não estarmos sós.
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