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sábado, 5 de julho de 2025

📆De julho a dezembro

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Que a segunda metade do ano nos reserve o melhor.

De julho a dezembro. Seis meses que se abrem à nossa frente como um livro em branco, convidando-nos a preencher suas páginas com novas histórias, reviravoltas e, acima de tudo, mudanças para melhor. É um desejo que ecoa em muitos corações neste meio de ano, um anseio por dias mais leves, repletos de prosperidade, saúde e paz.

A primeira metade do ano, para muitos, foi um misto de desafios e aprendizados. Talvez a vida tenha nos testado com obstáculos inesperados, ou talvez tenhamos sentido a inércia nos puxando para baixo. No entanto, o calendário nos oferece essa pausa, essa oportunidade de respirar fundo e recalibrar a rota. O inverno, em Guaíba, já nos envolve com seu abraço gelado, convidando à introspecção, mas também à esperança de um novo ciclo.

Que nestes próximos seis meses, as sementes que plantamos (ou que ainda vamos plantar) germinem e floresçam. Que as decisões tomadas hoje se transformem em passos firmes em direção aos nossos objetivos. Que a saúde, tantas vezes negligenciada na correria do dia a dia, seja prioridade, permitindo-nos desfrutar de cada momento com vitalidade.

Que a prosperidade não seja apenas financeira, mas que se manifeste em abundância de bons encontros, de risadas sinceras, de momentos de acolhimento e de reconhecimento do nosso valor. Que o trabalho se torne fonte de satisfação e propósito, e não apenas de sustento.

E que a paz, ah, a paz! Que ela inunde nossos lares, nossos corações e nossas interações. Que possamos encontrar serenidade mesmo em meio ao caos, e que a empatia seja a bússola que nos guia nas relações com o próximo.

De julho a dezembro, a vida nos oferece um novo palco. Que saibamos atuar nele com sabedoria, coragem e, principalmente, com a certeza de que somos capazes de transformar nossos dias. Que esses meses sejam repletos de boas notícias, de superações e da doce sensação de que, sim, a vida está mudando para melhor.

E você, o que espera para estes próximos seis meses?

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