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segunda-feira, 7 de julho de 2025

🔄Sempre há uma escolha

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Nem sempre ela é fácil. Nem sempre ela vem com luzes de neon indicando “por aqui”. Às vezes, a escolha se esconde em silêncios, em gestos pequenos, em instantes que quase passam despercebidos.

Mas ela está lá. Sempre.

Há quem diga que o destino é um caminho fechado, um trilho que só nos cabe percorrer com resignação. Mas e se o destino for mais como um campo aberto, com várias trilhas, e a gente vai decidindo, passo a passo, qual seguir?

A verdade é que, por mais apertado que seja o nó, sempre há um jeito de puxar a ponta certa. Por mais nublado que esteja o céu, sempre existe uma fresta por onde o sol tenta entrar. A escolha, às vezes, é seguir, mesmo sem entender. Ficar, mesmo com medo. Ou ir, mesmo com o coração partido.

Escolher não é sobre ter certeza. É sobre coragem. Coragem de tentar. De mudar de direção. De dizer “não” quando o mundo espera um “sim”. Ou de dizer “sim” quando tudo dentro de você já aprendeu a negar.

E mesmo quando parece que escolher é impossível — quando tudo aperta, tudo pesa, tudo grita — ainda assim, lá no fundo, há uma voz calma, sussurrando: você pode. Escolher não se calar. Escolher perdoar. Escolher recomeçar.

Porque, no fim das contas, somos feitos disso: das escolhas que fazemos, das portas que abrimos (e também das que fechamos), das histórias que decidimos contar — e viver.

Sempre há uma escolha.

E a mais importante de todas é não desistir de si mesmo.

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