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De tudo o que gastamos na vida — dinheiro, energia, palavras, sentimentos — nada se compara ao preço do tempo. Porque o tempo, uma vez gasto, não volta. Não se recicla. Não se renegocia. É um bem silencioso, invisível, mas absolutamente valioso. E talvez por isso, tão facilmente desperdiçado.
A gente perde tempo com discussões que não levam a lugar algum, com ressentimentos que poderiam ter sido perdoados, com preocupações que nunca se concretizam. Perdemos tempo esperando o momento ideal, as condições perfeitas, a coragem plena — como se o tempo nos devesse alguma explicação ou se importasse com nossos atrasos emocionais.
A verdade é que o tempo não para. Ele não dá desconto, não faz promoção, não aceita devolução. Ele simplesmente passa. E o que fazemos com ele é o que define o tipo de vida que levamos.
Por isso, é preciso vigiar os investimentos diários.
⌛️Onde colocamos nossa atenção?
⌛️Com quem dividimos nossas horas?
⌛️O que fazemos com os dias que nos são dados?
Porque gastar tempo com o que não edifica, com o que não constrói, com o que não alimenta a alma… é como jogar ouro no lixo.
O tempo é o que damos de mais precioso aos outros — e a nós mesmos. Um abraço sem pressa, uma conversa sem olhar no relógio, uma pausa para respirar, um domingo descompromissado, uma tarde chuvosa em silêncio. Coisas simples, mas que carregam um valor imenso, justamente porque custam tempo. E o tempo, você sabe, é caro.
Então, da próxima vez que você se perguntar o que realmente importa, talvez a resposta esteja no que você escolhe fazer com as suas horas.
Porque no fim das contas, o tempo é o que somos. E a forma como o gastamos é a história que deixamos.
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