Quando o céu escurece, quando os ventos gritam e tudo parece desabar, a única certeza que se tem é de que a tempestade, uma hora, passa. E quando ela vai embora, sobra aquele silêncio estranho — mistura de alívio e incerteza. É nessa pausa que olhamos ao redor, e então percebemos: algumas coisas se perderam pelo caminho, outras se quebraram, algumas simplesmente não fazem mais sentido.
Mas… e você? Você ainda está de pé.
O que sobrou da tempestade, na verdade, é mais do que parece. Sobrou força. Sobrou coragem. Sobrou aprendizado. Sobrou a chance — talvez a mais importante — de recomeçar. E, no fundo, o recomeço não é um castigo… é um presente disfarçado.
A vida tem esse jeito curioso de ensinar: primeiro bagunça tudo, depois pergunta o que, de fato, vale a pena colocar de volta no lugar. Talvez não seja preciso reconstruir tudo. Talvez o que se foi precisava mesmo partir. E o que ficou… ah, o que ficou é a essência, é aquilo que faz sentido, é você — mais inteiro, mais consciente, mais forte.
O que sobrou da tempestade é o chão sob seus pés. E, a partir dele, nasce uma nova estrada. Uma estrada onde você é quem escolhe os passos.
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